domingo, 15 de maio de 2011

ESTADO DE SAÚDE DIRETOR ENSINO MÉDIO "MOÇO"


Olá amigos de Tarauacá, sobre meu estado de saúde estou comunicando que já estou de alta e em casa me recuperando. 

A partir de segunda-feira (16/05/2011) estarei iniciando um processo de consultas e exames, acredito que o pior momento já foi superado.

Agradeço as mensagens, ligações e orações pela minha recuperação. 

Ficarei ausente por aproximadamente 15 dias das atividades da escola.

Atenciosamente Francisco das Chagas Silva de Souza

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Comemoração do dia das mães acontece neste sábado pela manhã.


Com uma vasta programação cultural, a Escola Djalma Batista comemora o dia das mães neste próximo sábado (14), às 8 horas, em seu auditório. Todas as mães dos estudantes da escola receberam os convites para participarem.

Várias atividades culturais promovidas pelos aluno, professores e equipe gestora, estão previstas para acontecer. Apresentações de dança, teatro, música, poesias, sorteio de prêmios, lanche (bolo e refrigerante) e muitas outras.

Estamos orando pela sua recuperação


Nosso Diretor Professor Francisco Souza (Moço) está passando por um problema de saúde. Moço está em Rio Branco hospitalizado e nossa esperança é de que ele se recupere o mais breve possível. Estamos orando pela sua recuperação e que ele volte logo ao convívio de todos nós.

Francisco tem dedicado grande parte de sua vida à Escola Djalma Batista. Nossa comunidade escolar sente muito sua falta e espera sua volta em breve. 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dia das mães na nossa escola será comemorado no próximo sábado dia 14.


A Equipe Getora da Escola Djalma Batista convida todas as mamães dos estudantes, professores e servidores administrativos para participarem de um ato que vai homenageá-las.

A programação acontece no próximo sábado no auditório da escola e será diversificada: Apresentações culturais nas áreas de dança, teatro e música, poesias, vídeos, homenagens, distribuição de lembranças e será oferecido um bolo especial.

No próximo sábado, dia 14 de maio, as 8h (manhã) na Escola Djalma Batista.

Não faltem!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ensino médio poderá ter currículo mais flexível e maior tempo de duração

Brasília – O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou hoje (4) as novas diretrizes curriculares para o ensino médio. Elas não eram revistas desde 1998. O relatório, que agora segue para homologação do ministro Fernando Haddad, prevê maior flexibilização do currículo e abre a oportunidade de ampliação da carga horária do ensino médio para além dos atuais três anos.
O relatório mantém a carga horária mínima de 2, 4 mil horas no ensino médio, mas abre espaço para que a sua duração seja ampliada caso haja interesse das escolas de oferecer conhecimentos e atividades além das consideradas obrigatórias. Essa recomendação tem peso especial no caso do ensino médio noturno que, em geral, oferece uma carga horária menor do que aquela dada a estudantes do turno matutino. O relatório indica que essa duração deve ser ampliada e coloca como uma opção a oferta de 20% da carga horária na modalidade ensino a distância. Sugere também que se necessário o ano letivo seja estendido para além dos atuais três anos.
As novas diretrizes indicam que a escola deve trabalhar a formação a partir de quatro eixos básicos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura. O currículo pode enfatizar um desses temas, mas deve incluir todos eles. A ideia é tentar flexibilizar o modelo curricular segmentado oferecido pelas escolas hoje, tradicionalmente dividido em disciplinas que não se relacionam durante o aprendizado.
“A essência dessa proposta é a definição de uma identidade para o ensino médio. O ensino médio tem que ser entendido como a última etapa da educação básica e, por isso, tem que preparar para a vida. Para isso, ele tem que ser capaz de trabalhar simultaneamente com essas quatro dimensões”, disse o relator do parecer, José Fernandes de Lima.
O conselheiro ressalta que, ao mesmo tempo em que é preciso estabelecer uma identidade para a etapa, a organização dela precisa ser flexível não apenas para atender às diversidades regionais, mas ao próprio público do ensino médio. “Os estudantes do ensino médio são pessoas que só estudam, ou que trabalham, ou que estudam e trabalham. São do campo ou da cidade, são pessoas de 15 anos a 17 anos de idade, mas também mais velhas”, afirmou.
Para Lima, há várias experiências de ensino médio bem sucedidas, mas elas não são organizadas de forma sistemática. O foco das novas diretrizes é dar autonomia às escolas para que possam atender às necessidades de cada público. As recomendações do CNE não têm força de lei, mas servem de orientação para a organização de escolas públicas e particulares de todo o país.
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasi

domingo, 1 de maio de 2011

CURSO DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS JOVENS NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO


A Escola de Ensino Médio Djlama Batista inova mais uma vez através de suas Ações Pedagógicas e Administrativas. Dessa vez a Equipe Gestora, liderada pelo Diretor Professor Francisco Souza, conhecido popularmente por "Moço", promoveu um Curso de Formação de Lideranças para os Líderes de Salas e integrantes do Grêmio.

O curso aconteceu no último sábado (30.04) no auditório da escola e contou com a participação de 40  jovens, representando todos os 1.380 estudantes dos três turnos.

A idéia é preparar os estudantes para assumirem suas responsabilidades nas salas de aulas, na escola e na sociedade e, ainda,  participarem ativamente da luta pela melhoria da educação de todos.

O Curso foi idealizado pelo professor Raimundo Accioly, desenvolvido pela equipe gestora e servidores do quadro administrativo da escola.

O Tema Juventude, Escola e Sociedade ficou sob a responsabilidade de vários palestrantes: Leandro Simões - Ex-aluno da escola, representante local do Conselho Estadual de Juventude; Edmundo Maciel - Ex-professor da Escola e Servidor do Poder Judiciário; Francisco Sousa - Diretor da Escola; Professor Rodiley - Coordenador da Escola e Raimundo Accioly.

O Sinteac patrocinou o curso e seu presidente Professor Eurico Paz disse que toda e qualquer iniciativa na área de formação de lideranças terá o apoio incondicional da entidade.


AS INSCRIÇÕES


A ABERTURA OFICIAL


OS ESTUDANTES 


OS PALESTRANTES


A PARTICIPAÇÃO DOS JOVENS

A FOTO OFICIAL

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Poesia, Memória Literária e Crônica em homenagem a Tarauacá produzidas por nossos alunos

Clarine Oliveira -1ª Série “A”

Minha Tarauacá

Terra simples, hospitaleira 


Mel Silva - Série: 2º ano

TARAUACÁ: ONTEM, HOJE E AS EXPECTATIVAS DO AMANHà

Falar de Tarauacá, principalmente lembrando do ontem me traz grandes saudades. Saudades da tranqüilidade, das brincadeiras inocentes, do modo de vida simples, saudades das conversas, das histórias contadas por nossos pais, que por sinal já eram transmitidas por nossos avós. 

Tarauacá mudou, quando lembro sinto falta, não é difícil falar de tantas coisas que aqui se passou, só é preciso alguns minutos de observações, e logo se percebe que essas mudanças são notórias. Poucas casas, poucos bairros, as ruas mais importantes, como em toda e qualquer cidade, é o centro que se destacava pelas ruas atijoladas. O bairro Senador Pompeu era praticamente todo em trapiches, lugar onde passei minha adolescência até a juventude. A primeira escola foi Omar Sabino de Paula, onde funcionava hoje a fábrica de gelo e a cooperativa dos pescadores. Novelas, filmes, seriados, raramente podíamos assistir, só quando um prestativo vizinho abria suas portas, já que esses eletrônicos eram mais populares em famílias com condições elevadas. Naquele tempo os namoros eram de fato arcaicos, apenas de apertos de mãos, e claro o irmão mais velho olhando. 

A primeira vez que andei de carro foi engraçado, contei para todos os meus amigos do bairro, esses automóveis eram raríssimos e quando aparecia na cidade era grande novidade. Os meios de transporte eram fluviais, em festividades eu ia para a beira do rio observar várias canoas empilhadas. Ai que saudade! Parece ser simples, mas era uma vida feliz, vivíamos de verdade, não nos preocupávamos tanto, as roupas eram simples, na maioria das vezes costuradas por nossos pais. 

Lembro-me ainda e disso não sinto falta, da precariedade que tínhamos em relação á saúde, o Dr. Tomé era o único médico da cidade, hoje podemos dizer que temos um bom atendimento. Tarauacá possui uma beleza natural. Os festivais eram os grandes destaques, que hoje já não tem mais, lembro-me dos novenários, momento onde encontramos várias pessoas, e ficávamos admirados com aquela singela praça enfeitada. Nós vivemos para progredir, mesmo que este progresso seja momentâneo, hoje a maioria das ruas são asfaltadas, poucas estão sem atijolamento, apesar da eliminação de alguns festivais, temos clubes onde os jovens tiram os finais de semana para se divertir, temos muitos prédios, casas admiráveis, novos bairros. 

Tarauacá com o tempo conquistou seu valor, hoje temos televisão, geladeira, acesso á internet que antes era uma “lenda’’. A cada dia sonhamos com uma cidade valorizada, onde possamos ter orgulho de nossa origem. Tenho muitas saudades, mas tenho mais ainda esperança, esperança de que a cada dia minha cidade irá se desenvolver. 

Sou da terra dos abacaxis gigantes, da mulher bonita. Tarauacá não é uma simples cidade é a cidade onde nasci, cresci e pretendo morrer, mais antes disso, quero vê-la crescer. 

Ontem vivia sonhando com o hoje, e hoje vivo sonhando com o amanhã e espero que este amanhã de fato faça parte das minhas expectativas. 

Gênero Textual: Memórias
Entrevistada: Matilde Ermina dos Santos
Idade  : 83 anos                             




Raí Pereira do Espírito Santo  - 3º ano 


Soluço sem lágrimas

Era umas nove ou dez da noite quando paro na sorveteria no centro de nossa cidade. A rua estava um pouco agitada. As pessoas trafegavam de um lado para o outro. Me sentei para descansar e relaxadamente, descontraído, observo os lentos passos que se aproximam. Na verdade, não pretendia contar esse fato, mas a realidade vivida coagiu. E isso merece uma crônica. 

Com um olhar abatido, a compostura da humildade. Descalço, contido numa roupa velha que aparentava nunca ter sido lavada. Era um garoto de em media oito anos de idade, que se completa com uma caixa de madeira cheia de entulhos a tiracolo. 

Estou falando de um garoto engraxate, que passa o dia nas ruas por ai afora. Esse se aproxima de um senhor e pergunta-lhe se que engraxar os sapatos. Na contenção de gestos e palavras, o homem parece ter aceito. O negrinho, contido na expectativa do pagamento rápido, põe-se de joelhos e com suas mãos sôfregas, começa a esfregar com um pano encardido o sapato do senhor, espalhando a graxa de maneira igual. 

Ao término do seu serviço, o senhor retira do bolso uma moeda, que o negrinho recebe com um árdengo olhar vagarosamente, com passos inseguros, caminha e logo desaparece na curva da esquina. 

Não sou poeta e nem estou sem inspiração, apenas não pretendia encontrar assunto com este: ardente como um soluço sem lágrimas. 

Soluço sem lágrimas sim, por tratar-se apenas de uma criança, sem expectativas de vida. Afinal, onde está o cartão vermelho ao trabalho infantil na cidade de Tarauacá? Virou apenas um slogan?

E sem igual, berço de belas moças 
E terra de abacaxis grandes 

Suas tradições e seus costumes 
Todos querem conhecer. 
Repassam as informações 
E todos vêm aqui conhecer 


Terra de grandes conquistas, 
Lutas e muitas vitórias 
Tarauacá terra boa, 
Que todo mundo gosta. 

Tem em suas origens 
Grandes heróis e heroínas 
História simples que 
A todos fascinam. 

Coisas boas e ruins 
Naquela época aconteceram 
E hoje colhemos os frutos 
Que a tempos floresceram 



A 98 anos atrás 
Muito pouco existia 
Era tudo em pontes e trapiches 

E agora, a cidade 
Pacata e sem brilho 
Ganhou forma e 
Muito ritmo. 

Minha Tarauacá, 
Terra abençoada 
Cheia de verdes, e
Florida de sonhos. 

Terra de raízes, 
Firmes e fortes, 
Cultura viva, e 
Cheia de Glória. 

“Tarauacá, um sonho que todos nós sonhamos.”

DESTAQUE

  EDITAL DE CONVOCAÇÃO     ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA                         O Presidente da Federação Acreana de Basketball (F...