quarta-feira, 24 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
COMUNICADO IMPORTANTE
COMUNICAMOS AOS PAIS OU RESPONSÁVEIS, ALUNOS E A COMUNIDADE ESCOLAR EM GERAL QUE A GREVE DAS ESCOLAS ESTADUAIS, EM NOSSO MUNICÍPIO, ACABOU E QUE NESTA SEGUNDA-FEIRA, DIA 22/07/2013, TEREMOS AULA NORNAL NOS TRÊS TURNOS.
ATT,
EQUIPE GESTORA DA ESCOLA
segunda-feira, 24 de junho de 2013
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS
A Olimpíada
Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) é um projeto que tem
como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Dentre as
realizações da OBMEP destacam-se:
- a produção e distribuição de
material didático de qualidade, como apostilas e banco de
questões, também disponível nesta página;
- o Programa
de Iniciação Científica Jr. (PIC), para os medalhistas
estudarem Matemática por 1 ano, com bolsa do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
- o Programa
de Iniciação Científica – Mestrado (PICME), para medalhistas
que estejam cursando graduação com bolsas do CNPq (IC) e CAPES (Mestrado);
- a Preparação
Especial para Competições Internacionais (PECI), que prepara
medalhistas de ouro selecionados pela excepcionalidade de seus talentos
para competições internacionais;
- o POTI - Polos Olimpícos de
Treinamento Intensivo, que pretende democratizar e ampliar o
acesso dos alunos brasileiros a treinamento para competições matemáticas;
- a criação dos Clubes
de Matemática, que vão propiciar outros modos de estudo da
matemática entre alunos e professores, com atividades interessantes e em
ambiente interativo;
- a mobilização de Coordenadores Regionais para a realização de atividades como seminários com professores e cerimônias de premiação;
Iniciada
em 2005, a OBMEP vem crescendo a cada ano criando um ambiente estimulante para
o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o país.
Em 2012,
cerca de 19,1 milhões de alunos se inscreveram na competição e 99,4% dos
municípios brasileiros estiveram representados.
Os
sucessivos recordes de participação fazem da OBMEP a maior Olimpíada de
Matemática do mundo.
A EEM Dr. Djalma da Cunha Batista participou da 1ª fase da OBMEP 2013 com mais de 1.000 alunos e 77 foram classificados para 2ª fase.
| NOME | PONTOS | SÉRIE | TURNO |
| RICHARDSON DO NASCIMENTO DE LIMA | 11 | 3º D | MANHÃ |
| SUELY DO ESPIRITO SANTO | 11 | 2º F | TARDE |
| TATIANE DA COSTA IZALDINO | 11 | 3º B | MANHÃ |
| ANDRÉ DE MATOS SILVA | 10 | 3º B | MANHÃ |
| ANTONIA BRUNA DERZE DO NASCIMENTO | 10 | 2º D | MANHÃ |
| LÁZARO FERREIRA FEITOZA | 10 | 1º J | TARDE |
| MARCIEL DE SOUZA NASCIMENTO | 10 | 1º B | MANHÃ |
| ÉWERTON COÊLHO DA COSTA | 9 | 3º B | MANHÃ |
| FRANCINEI DE SOUZA ABREU | 9 | 3º B | MANHÃ |
| FRANCISCO LEANDRO DO NASCIMENTO SOUZA | 9 | 3º E | TARDE |
| ISAAC DE OLIVEIRA SANTOS | 9 | 2º A | MANHÃ |
| LUCAS MOTTA FREIRE | 9 | 3º A | MANHÃ |
| MARCIELLY SOUZA DA SILVA | 9 | 1º B | MANHÃ |
| MARIA DE FÁTIMA DA SILVA LIMA | 9 | 1º B | MANHÃ |
| MARIA LUIZA COELHO BRAZ | 9 | 2º B | MANHÃ |
| OTÁVIO DA ROCHA MELO NETO | 9 | 2º C | MANHÃ |
| WESLLEY SILVA RODRIGUES | 9 | 1º B | MANHÃ |
| ANTONIA BRENDA DA SILVA SAMPAIO | 8 | 1º E | MANHÃ |
| ANTONIO MAISSON DE SOUZA ALBUQUERQUE | 8 | 2º B | MANHÃ |
| ANTONIO RODRIGUES DA SILVA | 8 | PORONGA 1 | NOITE |
| BEATRIZ MOURA LEITE | 8 | 2º D | MANHÃ |
| CARINA MARTINS DA SILVA | 8 | 3º H | MANHÃ |
| CARLOS ANDRÉ DE MOURA LEITE | 8 | 3º D | MANHÃ |
| CHAIRO VALLE DOS SANTOS | 8 | 2º M | TARDE |
| CLARA ELIS LIMA DE ARAÚJO | 8 | 1º F | MANHÃ |
| DANIELY DE SOUZA ARRUDA | 8 | 1º E | MANHÃ |
| DIRCEU GOMES DOS SANTOS | 8 | 3º E | TARDE |
| FRANCISCO DE VASCONCELLES FERREIRA | 8 | 3º J | TARDE |
| GABRIEL CALIXTO MACIEL | 8 | 2º A | MANHÃ |
| GENESIS ARMES FERREIRA | 8 | 2º B | MANHÃ |
| HELLEN THALIA DA COSTA LEITE | 8 | 3º E | TARDE |
| JAMILTON SILVA SARAIVA | 8 | 1º C | MANHÃ |
| JOÃO DE DEUS BARROS DE SOUZA NETO | 8 | 2º A | MANHÃ |
| JOÃO MELO DA SILVA | 8 | 2º A | MANHÃ |
| JONATAN LIMA OZÓRIO | 8 | 1º N | NOITE |
| JÔVANE PERES DA SILVA | 8 | 3º E | TARDE |
| LIDIANE DE LIMA DOS SANTOS | 8 | 2º F | TARDE |
| LÍLLIAN VITÓRIA ALBUQUERQUE | 8 | 1º D | MANHÃ |
| LONIA CONCEIÇÃO MARTINS | 8 | 1º H | TARDE |
| LUAN LIMA NASCIMENTO | 8 | 1º D | MANHÃ |
| LUCAS FREIRE MORENO | 8 | 2º B | MANHÃ |
| MARCOS DA SILVA SALES | 8 | 1º N | NOITE |
| MARIA AGLEICINÉIA DO NASCIMENTO PIMENTEL | 8 | PORONGA B | NOITE |
| MARIA DIÊMISA DE SOUZA SILVA | 8 | PORONGA C | NOITE |
| MARIA FABRICIA NOBRE DA CUNHA | 8 | 2º D | MANHÃ |
| MARISTELA NASCIMENTO AIRES | 8 | 2º B | MANHÃ |
| MIRELE OLIVEIRA SILVA | 8 | 1º F | MANHÃ |
| NICOLLAS BASTOS CRAVEIRO | 8 | 2º A | MANHÃ |
| RAELY TEREZA PEREIRA FERREIRA | 8 | 1º A | MANHÃ |
| RAIMUNDO NONATO DANTAS FIGUEIREDO NETO | 8 | 2º D | MANHÃ |
| UELESSON DA SILVA RODRIGUES | 8 | 1º E | MANHÃ |
| VERONILCE RIBEIRO ALMEIDA | 8 | 1º N | NOITE |
| YURI FARIAS DE FIGUEIREDO | 8 | 1º F | MANHÃ |
| YVEN ARTHUR DE MELO SARAH | 8 | 1º C | MANHÃ |
| YVESS DE FIGUEIREDO MELO | 8 | 2º A | MANHÃ |
| ABIEMILA RODRIGUES DE ALMEIDA | 7 | 3º A | MANHÃ |
| ALCIVANIA DOS SANTOS NEVES | 7 | 2º H | TARDE |
| BRUNO MENDONÇA NASCIMENTO | 7 | 1º G | MANHÃ |
| CAIO MESQUITA DE OLIVEIRA | 7 | 2º A | MANHÃ |
| EDSON ASSIS DE ARAÚJO JÚNIOR | 7 | 3º A | MANHÃ |
| FERNANDA ABREU DE LIMA | 7 | 1º B | MANHÃ |
| FRANCISCA DAS CHAGAS BATISTA | 7 | 1º D | MANHÃ |
| GLENDA CARVALHO DA SILVA | 7 | 2º C | MANHÃ |
| JAYNE ABREU ARAGÃO | 7 | 1º C | MANHÃ |
| JOSE DIEGO FARIAS DA SILVA | 7 | 2ºF | TARDE |
| KAREN VITORINO DE ALCANTARA SILVA | 7 | 2º A | MANHÃ |
| LARICE SILVA RODRIGUES | 7 | 2º J | NOITE |
| LUCAS FERREIRA DE MENEZES | 7 | 2º D | MANHÃ |
| LUIS HENRIQUE QUEIROZ GALVÃO | 7 | 2º D | MANHÃ |
| LUZIELE FONTENELE ARAÚJO | 7 | 3º A | MANHÃ |
| MARIA CHARLIENE DA SILVA CUNHA | 7 | 3º F | TARDE |
| MARIA SÁFATT DA ROCHA LIMA | 7 | 1º E | MANHÃ |
| MIKAEL PESO OLIVEIRA | 7 | 1ºB | MANHÃ |
| NAYARA MARQUES PASSOS | 7 | 2º A | MANHÃ |
| PEDRO FREIRE DO NASCIMENTO NETO | 7 | 2º H | TARDE |
| SAIRA DO NASCIMENTO SILVA | 7 | 1º M | TARDE |
| SHIRLEN MARIA FURTADO DE OLIVEIRA | 7 | 2º J | NOITE |
quinta-feira, 20 de junho de 2013
PLANEJAMENTO VERTICAL - 20 DE JUNHO DE 2013
Planejar é antecipar uma ação ou um conjunto de ações a ser realizadas e agir de acordo com previsto. "Planejar não é, pois, apenas algo qua se faz antes de agir, mas é também agir em função daquilo que se pensa". Por isso a EEM Dr. Djalma da Cunha Batista realiza mais um planejamento vertical.
Planejamento com professores de Biologia: Felipe, Rafaela e Manoel Mourão
Professores de Biologia: Felipe, Manoel, Rafaela e Goreti
Professores de Português: Héliton, Gracilene, Cleiber, Socorro Goes, Edna, Raildo e Edilene
Professores de Português: Héliton, Gracilene, Cleiber, Socorro Goes, Edna, Raildo e Edilene
Professores de Português: Héliton, Gracilene, Cleiber, Socorro Goes, Edna, Raildo e Edilene
Professores de Português: Héliton, Gracilene, Cleiber, Socorro Goes, Edna, Raildo e Edilene
terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
COMUNICADO
SENHORES PAIS OU RESPONSÁVEIS COMUNICAMOS QUE A PARTIR DO DIA 18/06/2013 (TERÇA-FEIRA), POR ORIENTAÇÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE, O HORÁRIO DE AULA DO PERÍODO MATUTINO SERÁ ALTERADO PARA 07H30MIN PARA TODAS AS SÉRIES DEVIDO O ACRÉSCIMO DO 6º TEMPO PARA AS TURMAS DE 3º SÉRIE E NO TURNO DA TARDE PERMANECERÁ O HORÁRIO DE ENTRADA SENDO ACRESCIDO O 6º TEMPO APENAS PARA A 3ª SÉRIE.
HORÁRIO DE ENTRADA E SAÍDA - MANHÃ
1ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 7:30H - SAÍDA ÀS 11:55H
2ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 7:30H - SAÍDA ÀS 11:55H
3ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 7:30H - SAÍDA ÀS 12:45H
HORÁRIO DE ENTRADA E SAÍDA -TARDE
1ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 13:30H - SAÍDA ÀS 17:55H
2ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 13:30H - SAÍDA ÀS 17:55H
3ª SÉRIE - ENTRADA ÀS 13:30H - SAÍDA ÀS 18:45H
AGRADECE A DIREÇÃO
segunda-feira, 22 de abril de 2013
DESCOBRIMENTO DO BRASIL - 22 DE ABRIL
Pedro Álvares Cabral, D. Manuel I e Duarte Pacheco: personagens centrais no descobrimento do Brasil
Ainda
hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a
Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras.
Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi
interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos
homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova
terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás
dessa versão da história que marcou o ano de 1500.
Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa
Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os
estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades
mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou
rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de
sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela
época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que
envolviam esse tipo de exposição.
Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.
Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.
Por Rainer SousaUma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.
Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.
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