quarta-feira, 9 de julho de 2014

MARIA HELENA TRINDADE BAYMA


Querida professora, companheira e amiga Maria Helena.

Se por um instante Deus nos presenteasse com mais um pouco de vida ao teu lado, possivelmente não diríamos tudo o que pensamos, mas definitivamente pensaríamos em tudo o que dissemos.
Pensando no que dissemos, fizemos e sentimos, percebemos que os momentos de história que realizamos juntos foram grandiosos.
Neste momento, as palavras perdem o sentido diante das lágrimas contidas na saudade que iremos sentir, mas conforta-nos saber que estás indo atender a um chamado de Deus para servir a um propósito ainda maior.
Hoje, é apenas a última vez que a vemos no plano material, pessoas que conviveram com você no trabalho, mas que guardarão essa experiência de convivência entre amigos eternamente.
Amigas iguais a você são como jóias raras... Nos fazem sorrir e nos encorajam para o nosso sucesso.
Não tivemos tempo para te dizer o quanto nós a apreciamos, e o quanto você significou para todos nós.
Um dia nossos entes querido se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
De quem será a culpa? E a resposta para esse dor é: a culpa é da vida, que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto em perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros, porém, no seu caso, em eterna e terna professora e, ainda mais importante, eterna heroína. E no fim apenas a saudade e uma certeza: não importa onde você esteja, você estará sempre conosco, em nossos corações.
Fica conosco a imagem da pessoa integra, responsável, profissional, alegre e amiga, que você foi e que iremos guardar em nossos pensamentos e em nossos corações, enquanto estivermos aqui. Estamos nos despedindo agora, com a certeza de nos encontramos num outro momento, num outro plano, e com a presença e o consentimento de Deus.

Adeus!

EEM DR DJALMA DA CUNHA BATISTA











 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

JOGOS ESCOLARES 2014 - FASE MUNICIPAL

A ESCOLA DE ENSINO MÉDIO DR DJALMA DA CUNHA BATISTA CONQUISTOU 7 TROFÉUS DE 1º LUGAR NA FASE MUNICIPAL DOS JOGOS ESCOLARES 2014.







 

terça-feira, 24 de junho de 2014

PLANEJAMENTO HORIZONTAL

Planejar é um ato coletivo que envolve a troca de informações entre professores, direção, coordenadores, funcionários e pais. Isso não quer dizer que o produto final venha a ser um documento complicado. Ao contrário, ele deve ser simples, funcional e flexível.

E não adianta elaborar o planejamento tendo em mente apenas alunos ideais. Avalie o que sua turma já sabe e o que ainda precisa aprender. Só assim você poderá planejar com base em necessidades reais de aprendizagem.

Esteja aberto para acolher o aluno e suas circunstâncias. E, é claro, para aprender com os próprios erros e caminhar junto com a classe.

Planejar requer:
  • pesquisar sempre;
  • ser criativo na elaboração da aula;
  • estabelecer prioridades e limites;
  • estar aberto para acolher o aluno e sua realidade;
  • ser flexível para replanejar sempre que necessário.
Leve sempre em conta:
  • as características e necessidades de aprendizagem dos alunos;
  • os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico;
  • o conteúdo de cada série;
  • os objetivos e seu compromisso pessoal com o ensino;
  • as condições objetivas de trabalho.
Com base nisso, defina:
  • o que vai ensinar;
  • como vai ensinar;
  • quando vai ensinar;
  • o que, como e quando avaliar.
 














 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

PLANEJAMENTO VERTICAL 2014


O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. O planejamento é um meio para programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação.
Há três modalidades de planejamento, articulados entre si o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas.
A importância do planejamento escolar: o planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. A escola, os professores e alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo o que acontece no meio escolar está atravessado por influências econômicas, políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classe. Isso significa que os elementos do planejamento escolar - objetivos-conteúdos-métodos – estão recheados de implicações sociais, têm um significado genuinamente político. Por essa razão o planejamento, é uma atividade de reflexão a cerca das nossas opções e ações; se não pensarmos didaticamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficaremos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes da sociedade.












segunda-feira, 31 de março de 2014

50 ANOS DO GOLPE MILITAR




Golpe Militar de 1964 designa o conjunto de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, que culminaram, no dia 1 de abril de 1964, com um golpe de estado que encerrou o governo do presidente João Goulart, também conhecido como Jango.
Os militares brasileiros a favor do Golpe costumam designá-lo como Revolução de 1964 ou Contrarrevolução de 1964. Em geral, a expressão é associada a defensores da ditadura.
Jango havia sido democraticamente eleito vice-presidente pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) – na mesma eleição que conduziu Jânio da Silva Quadros do Partido Trabalhista Nacional (PTN) à presidência, apoiado pela União Democrática Nacional (UDN).
O golpe estabeleceu um regime alinhado politicamente aos Estados Unidos e acarretou profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social. Todos os cinco presidentes militares que se sucederam desde então declararam-se herdeiros e continuadores da Revolução de 1964.
O regime militar durou até 1985, quando Tancredo Neves foi eleito, indiretamente, o primeiro presidente civil desde 1964.